sábado, 1 de agosto de 2009

Sexologia

Enquanto o órgão sexual feminino é associado à vida e ao
nascimento, o órgão sexual masculino é associado à invasão, à
dor, à penetração e à agressão.
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O ato sexual masculino, ao contrário do feminino, não é considerado um ato de amor e nem de carinho mas sim um ato de "agressão".

É por este motivo, entre vários outros, que a mulher
reluta, e seleciona tão cuidadosamente os parceiros e exige que
os homens escondam sua verdadeira intenção, que é a de penetrá-la, até o momento em que ela decida se aceitará ou não
ser “agredida” deste modo.

Caso conclua que não poderá controlar a agressividade do ato, rejeitará o pretendente, considerando-o demasiadamente impulsivo, e o relegará ao nível dos desejosos insatisfeitos que devem esperá-la pelo resto da vida.

Não irá cortar o vínculo definitivamente, por meio do esclarecimento, mas irá mantê-lo preso sem permitir que satisfaça o seu desejo de possuí-la, até que tenha a certeza de que é capaz de controlá-lo.
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O mais curioso é que, apesar de ser uma "agressão", o ato sexual "selvagem" faz a mulher se sentir “mais fêmea”, a prende e a torna dependente.

A contradição se explica porque a "fúria agressiva", apesar de temida, impacta e transmite força, virilidade e proteção.

Ao mesmo tempo, pode se transformar em um infortúnio se o eleito demonstrar não ter domínio de si.
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Do caráter agressivo decorrem as medidas sociais
preventivas contra o phalus erectus, incluindo punições por
certas condutas exibicionistas ou assediadoras, bem como as
regras que restringem e condicionam a expressão da
sexualidade masculina. Os exibicionistas causam asco.